domingo, 27 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
“Solitária”
A vida sentida...No vasto
transito dela, a vida...
A vida alada...Nos seu grilhões,
do riso forçado, abraços espaçados...
Na vida sem graça, no caminho da
massa, do alto do seu poder ilusório...
A felicidade não existe!
Você não é verdade, não expressa,
não extrapola e não vive! Sobrevive.
Avida que se passa, é sem graça e
sem noção...
Lhe abraça, se achega perto, lhe dá
um beijo e aperta a mão.
Mas não fique assim, não se disfarça...És
o que é.
O mentiroso, tão generoso, seu jeito
nobre...Ajuda os pobres, injustiçados, os mau amados e os sem chão (...)
Sabes de nada! Tú és piada, enxovalhada
e sem noção.
Defende o mundo, respira fundo,
sorri de canto, mas não é não!
Infelizmente és tão triste, e não
existe, que a faz sofrer....
Tão caladinha, só e....Quietinha,
acostumada a não dizer.
Ricardo Camilo
dos Reis
sábado, 8 de fevereiro de 2014
" Un Chant d'amour "
"O que precisamos é de ódio, Dele nascerão as nossas ideias."
" Un Chant d'amour "E hum Filme Realizado los 1950 POR Jean Genet.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
"Arte e Transgressão em Jean Genet, na perspectiva existencialista de Jean Paul Sartre".
“Para saber uma verdade qualquer a meu respeito, é preciso
que eu passe pelo outro”.
Jean-Paul Sartre
“Oque precisamos é de ódio, Dele nascerão as
nossas ideias.”
Jean Genet
“O cinema é a forma contemporânea da arte”
Marilena Chauí
"A ideia que eu jamais deixei de
desenvolver é que, ao fim das contas, cada um é sempre responsável por aquilo
que foi feito dele - mesmo se ele não puder fazer mais que assumir essa
responsabilidade. Eu acho que um homem pode sempre fazer alguma coisa daquilo
que fizeram dele. É a definição que eu daria, hoje em dia, de liberdade: este
pequeno movimento que faz de um ser social totalmente condicionado, uma pessoa
que não reproduz mais a totalidade daquilo que recebeu em seu condicionamento;
o que faz de Genet um poeta, por exemplo, enquanto ele tinha sido,
rigorosamente condicionado para ser um ladrão?" (SARTRE, 1972: 101-2).
“....Você
não se mexia, não dormia, não sonhava, estava em fuga, imóvel e pálido,
regelado, reto, estendido teso sobre o leito achatado como um caixão sobre o
mar, e eu nos sabia castos, enquanto ficava atento... (GENET, 1968, p. 68)
“O vicio em tudo isso
não passa de ilusão
que somente enganar
às almas vulgares.”
Mais do mesmo
Queria sua mão...Mas não!
Carinhos, beijos afagos largados...
Sentir a falta do que não se tem...
O que não se vem...O que não se viu...
Ta certo, sou anil!
Purpura e verde musgo...
Me arrastar pelo lodo, o calor vivo do mangue...
Seu sexo tão trivial...
Um não ser animal...
Gosto de À la carte...
Amo, me amo, amar as artes..os descartes...
Os corpos em emoção...
Suas mãos tão mortas, não me fazem reviver,
morrer, saber, querer, ganhar ou perder...
O calor não me permite pensar, mas me faz refletir...
Que quero de ti?
Que sinto assim?
Que queres de mim!?
Estar, amar, ganhar...(águas que lhe fogem, nos vãos das mãos)
Que quero eu então?
(...)
Ricardo Camilo dos Reis
Carinhos, beijos afagos largados...
Sentir a falta do que não se tem...
O que não se vem...O que não se viu...
Ta certo, sou anil!
Purpura e verde musgo...
Me arrastar pelo lodo, o calor vivo do mangue...
Seu sexo tão trivial...
Um não ser animal...
Gosto de À la carte...
Amo, me amo, amar as artes..os descartes...
Os corpos em emoção...
Suas mãos tão mortas, não me fazem reviver,
morrer, saber, querer, ganhar ou perder...
O calor não me permite pensar, mas me faz refletir...
Que quero de ti?
Que sinto assim?
Que queres de mim!?
Estar, amar, ganhar...(águas que lhe fogem, nos vãos das mãos)
Que quero eu então?
(...)
Ricardo Camilo dos Reis
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
"Mata! e Escura..."
Então ele passeava, discretamente pelo vácuo de lodo envoltos em gramas carmim, fazia um barulho estranho no seu caminhar...Seguido pela lua que, observava atenta por entre nuvens cinzentas, de uma noite gelada.
Os barulhos salpicavam em seu peito saltando o coração a bater na garganta, um suor frio e tremores não permitiam que sua boca se acalma-se, num sonido musical de tilintar a seco.
Por entre as arvores, sinistras, choronas, os abacateiros e suas mangueiras....E suas besteiras.
Um nevoeiro que corre, e se toma do espaço, um grito forte como aço....
Passo, a passo...Um som os traços, aquele que corre, o homem que morre e ele se cala...Flor Resta nos fala, assovio o frio...
A noite se segue, os passos são lentos, os olhos atentos, e os seu movimentos então cessaram.
Ricardo Camilo dos Reis
Os barulhos salpicavam em seu peito saltando o coração a bater na garganta, um suor frio e tremores não permitiam que sua boca se acalma-se, num sonido musical de tilintar a seco.
Por entre as arvores, sinistras, choronas, os abacateiros e suas mangueiras....E suas besteiras.
Um nevoeiro que corre, e se toma do espaço, um grito forte como aço....
Passo, a passo...Um som os traços, aquele que corre, o homem que morre e ele se cala...Flor Resta nos fala, assovio o frio...
A noite se segue, os passos são lentos, os olhos atentos, e os seu movimentos então cessaram.
Ricardo Camilo dos Reis
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Devaneio
Queria...eu rasgar seu corpo no dente,
Pentear o gato, tirar o sapado,
As roupas...E sair...
Mas vejo as sobras, do eu na parede, falando!
Vidas? Segue longe....Criando imagens....Ele me observa.
Em um copo de café, sem substâncias hemorrágicas, me deleito.
Sofro determinadas metamorfoses do viver.
Olho a direita, mas não entendo direito.
Seus movimentos, nuances...Quem é você?
No que estou me transformando?
Do lado de fora existe almas,querendo entrar.
Mas...Ai a festa! A festa cá dentro, da alma é sem rumo,e não permite vidas opostas.
Ricardo Camilo dos Reis
Sonhei...
Tive um pesadelo com você.
Disse me: Queria o pra sempre...
Mas já me contento...Com agora, no instante do momento...
Acordei suado, abalado e sem ar...
Sem rumo.
E percebi não era um sonho, mas sim um sonho real...
Ricardo Camilo dos Reis
Disse me: Queria o pra sempre...
Mas já me contento...Com agora, no instante do momento...
Acordei suado, abalado e sem ar...
Sem rumo.
E percebi não era um sonho, mas sim um sonho real...
Ricardo Camilo dos Reis
Morte e vida.
Por que quase morri varias vezes?
Quase morri, de amor.
Quase morri de paixão.
Quase morri de tesão.
Quase morri de inanição, quando senti:
- Não tinha mais o seu corpo, nas mãos...
Hoje viver, é morrer todos os dias.
Morrer..O morto da morte, que demostra vida pulsante, nas larvas do seu corpo....
E na vida, qual não me permite morrer.
Ricardo Camilo dos Reis
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Poema de "Cesta" - Olhares Trocados no Cesto de Costura.
Costurando, tricotando e fazendo a barra dos momentos.
Visa, brisa, o calor, o buraco da agulha.
Negro, o seu corpo, em meu favor, repor a linha.
Deitado, molhado a seco...As falas, as malas e você.
Bem querer, bem amar, não faltar....O pano branco liso de indiferenças.
- Quer casar? Costurar!
- Vou pensar....Vou gostar....Hum, Vou falar!
A presença, de um ser, manifestada em prazer, com coisas a dizer...
Quais os desenhos representaram...A sua vida, o seu olhar, você então...
Muito por fazer.....
Minutos sem querer.
(...) Silencio.
Olhos, bocas ocas, vazias e suprimidas, afetadas, caladas, quando não erupção, demostrações e conexões....
Visualizar o improvável, ali quieto observando seu corpo, sua pele, e seus pensamentos cifrados ou codificados, em sexualidade.
Imã...Cola...Acentua...As agulhas e o dedal, de uma vida animal.
Um bom papo, avaliar os traços, a vida segue...
A voz se ergue.
Pensamentos fluidos, desesperados, amaldiçoados e reprimidos, pelos enganos, que são como panos bordados com linhas de verdades, a mão de uma senhora pobre e cega.
Mas a experiência que ela tem, em criar os caminhos de brocado, babado e ponto cruz, reflete a vida e a conduz...
Triste? Não ela sabe, que o caminho de mesa, esta da forma que, o presenteado gostaria.
Comprido, grande, muitos desenhos delicados e difíceis, bem elaborado, de bom material, e que servira para cobrir a mesa da vida, ou enfeitar a convivência.
Ricardo Camilo dos Reis ao Querido "Te"
Visa, brisa, o calor, o buraco da agulha.
Negro, o seu corpo, em meu favor, repor a linha.
Deitado, molhado a seco...As falas, as malas e você.
Bem querer, bem amar, não faltar....O pano branco liso de indiferenças.
- Quer casar? Costurar!
- Vou pensar....Vou gostar....Hum, Vou falar!
A presença, de um ser, manifestada em prazer, com coisas a dizer...
Quais os desenhos representaram...A sua vida, o seu olhar, você então...
Muito por fazer.....
Minutos sem querer.
(...) Silencio.
Olhos, bocas ocas, vazias e suprimidas, afetadas, caladas, quando não erupção, demostrações e conexões....
Visualizar o improvável, ali quieto observando seu corpo, sua pele, e seus pensamentos cifrados ou codificados, em sexualidade.
Imã...Cola...Acentua...As agulhas e o dedal, de uma vida animal.
Um bom papo, avaliar os traços, a vida segue...
A voz se ergue.
Pensamentos fluidos, desesperados, amaldiçoados e reprimidos, pelos enganos, que são como panos bordados com linhas de verdades, a mão de uma senhora pobre e cega.
Mas a experiência que ela tem, em criar os caminhos de brocado, babado e ponto cruz, reflete a vida e a conduz...
Triste? Não ela sabe, que o caminho de mesa, esta da forma que, o presenteado gostaria.
Comprido, grande, muitos desenhos delicados e difíceis, bem elaborado, de bom material, e que servira para cobrir a mesa da vida, ou enfeitar a convivência.
Ricardo Camilo dos Reis ao Querido "Te"
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