A vida sentida...No vasto
transito dela, a vida...
A vida alada...Nos seu grilhões,
do riso forçado, abraços espaçados...
Na vida sem graça, no caminho da
massa, do alto do seu poder ilusório...
A felicidade não existe!
Você não é verdade, não expressa,
não extrapola e não vive! Sobrevive.
Avida que se passa, é sem graça e
sem noção...
Lhe abraça, se achega perto, lhe dá
um beijo e aperta a mão.
Mas não fique assim, não se disfarça...És
o que é.
O mentiroso, tão generoso, seu jeito
nobre...Ajuda os pobres, injustiçados, os mau amados e os sem chão (...)
Sabes de nada! Tú és piada, enxovalhada
e sem noção.
Defende o mundo, respira fundo,
sorri de canto, mas não é não!
Infelizmente és tão triste, e não
existe, que a faz sofrer....
Tão caladinha, só e....Quietinha,
acostumada a não dizer.
Ricardo Camilo
dos Reis