Os ciclos da cobra se refaçam... Aquela que brilha e rasteja
por sobre a relva e tem por si as trevas um mundo... EU... Aquela que caminha
em volto, a dona morte e conversa com as almas aflitas... Eu... Aquela que cede
seu brilho e seu calor sóbrio e perspicaz. EU... Aquela que conduz os aflitos
que precisam de luz... EU... Seja em vida seja até a morte... Por um instante
ou pela vida inteira... Eu mas somente quem teve a sorte de cruzar com ela ou
eu... E sair transformado.
Você... Estou de volta das trevas lugar cativo que me acolhe
no mergulho profundo e me devolve em nova pele trocada na rebordosa rastejante esfregaço
ao chão... Eis que cá estou!!!
Então surgi “EU” novamente aroboboyé bô
sísè....arumbé`to...Arumbenãn...arrobobôeê...arrum Bessem...acólo dan...Leonino
de fibra...Negro forte das masmorras negras. Guerreiro com alma de artista...
Ácido e cruel... Do inferno ao céu agora de pé.
Que venham tempestades e ventanias me brisa fazer, pois a me
derrubar nunca será...
